27 de fev de 2009

PENSAR


Com este título, farei uma enquete.


Em quem vc pensa durante o dia?????



Essa pergunta parece simples, mas complicada de responder.

Neste blog falar em pensar, estou me referindo a pessoas, e não o que devemos fazer, cumprir, trabalhar, sair...e tals. Estou falando de pensar em pessoas.


Pensei mt nesse assunto e cheguei a seguinte conclusão: pensamos em milhares de pessoas todos dias, claro isso é obvio.

Mas este pensar em pessoas, pelo menos hoje comigo, Angélica eu pensei diferente nas pessoas que pensei semana passada.

Hoje pensei em pessoas que estive ontem, umas de alguns anos atras, e algumas que estou com saudade.

Vou sair hoje a noite e consequentemente se eu conhecer alguém, amnha estarei pensando na pessoa que conheci uma dia atras. Se eu gostar da pessoa vou pensar nela por muito tempo, mas se ela nao me interessar muito, só pensarei em alguns dias.


Ahh, hoje tbm lembrei e pensei no fulano que fiquei mes passado, que saudade dele. Posso dizer pensei nele ontem tbm. Hum...


E assim que somos. Todos dias pensamos em alguém. Em diversas pessoas. Algumãs la de vez em quando, outras raramente.


As únicas pessoas que penso todo dia e não esqueci nenhum são meus pais .



Em quem vc pensou hoje??

Fica a pergunta e quero respostas



bjus




bom findi

Nostalgia....


Fico muitas vezes remoendo o passado. Sou uma eterna nostalgica. É um sério e grande problema que enfrento, desde infância.

Quando nasci, quis voltar a barriga da mãe.

Quando me foi proibido o bico e a mamadeira eu lamentava e chorava.

Quando aprendi a caminhar senti falta dos milhares de "upis" (colos) que tive sem insistir.

Quando aprendi a falar, faltou- me o silêncio.

Quando aprendi a brincar, senti falta de não fazer nada.

Quando fui pra escola, sentia falta dos meus pais.

Quando aprendi a escrever, sentia falta de falar.

Quando aprendi a ler, começei a ler pro meu pai, então a saudade de só escutar.

Quando fiz amizades, sentia falta da minha irmã.

Quando aprendi a limpar a casa, começei a sentir falta da não obrigação e assim tbm foi em aprender a cozinhar.

Quando aprendi a ajudar a mãe, sentia falta de não ter nada pra fazer.

Quando chovia, sentia falta do sol.

Quando meu bisavo morreu, fiquei com medo da morte e de perder todas as pessoas que amo.

Quando meu pai brigou com minha mãe, prometi nunca casar hehehe.

Quando vomitava , pensava em comer tal comida.

Quando eu viajava, eu adorava. Mas quando eu voltava já queria partir novamente.

Quando dei o primeiro bjo, um dia depois quis sentir aquela sensação...

Quando amei, suspirei e voltei muitas vezes.


Hoje me contento com lembranças. Coisas que a gente guarda e voltam dia sim, dia não.

Mas a nostalgia é algo que vive dentro de mim. Faz parte do eu...parte de ANGEL

Vida



Uma única coisa é necessária: a solidão. A grande solidão interior. Ir dentro de si e não encontrar ninguém durante horas, é a isso que é preciso chegar. Estar só, como a criança está só.
Rainer Rilke

hum o amor...



"Nunca diga "te amo" se não te interessa. Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem. Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração. Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti. A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo"

26 de fev de 2009

PRAIA











MOMENTOS TIRANOS

Eles são bons.
COLDPLAY
Amo td isso

Oh Coldplay

Hum!

Estou até sonhando com o show da minha banda favorita.
Sonho acordada, dormindo, conversando. Em meus dias Coldplay está presente.
A música não para um instante e faz pulsar meu coração.
Tras mais vida, mais alegria.
Acontece de uma lágrima cair, mas coldplay é vida


óoooooooooooóóoooooooooooooo
Vem Coldplay pra POA logo...


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E hoje tbm iniciaram as aulas na UNISC. Comecei a trabalhar no meu velho horário.
Que saudade terei dos fins da tarde.
As férias foram boas diga se de passagem..

O carnaval também foi bom. Vida de marido e mulher..hauahauhaa

É isso. Muito trabalho pela frente e estudo

bjus

25 de fev de 2009

Mana

Hoje minha mana vem definitivamente morar comigo aqui em SCS.
Espero que tudo de certo



boas vindas maninha!

13 de fev de 2009

Fácil e difícil

Fácil e difícil

Falar é completamente fácil, quando se tem palavras em mente que se expresse sua opinião...Difícil é expressar por gestos e atitudes, o que realmente queremos dizer.
Fácil é julgar pessoas que estão sendo expostas pelas circunstâncias...Difícil é encontrar e refletir sobre os seus próprios erros.
Fácil é fazer companhia a alguém, dizer o que ela deseja ouvir...Difícil é ser amigo para todas as horas e dizer a verdade quando for preciso.
Fácil é analisar a situação alheia e poder aconselhar sobre a mesma... Difícil é vivenciar esta situação e saber o que fazer.

Fácil é demonstrar raiva e impaciência quando algo o deixa irritado...Difícil é expressar o seu amor a alguém que realmente te conhece.
Fácil é viver sem ter que se preocupar com o amanhã...Difícil é questionar e tentar melhorar suas atitudes impulsivas e as vezes impetuosas, a cada dia que passa.
Fácil é mentir aos quatro ventos o que tentamos camuflar...Difícil é mentir para o nosso coração.
Fácil é ver o que queremos enxergar...Difícil é saber que nos iludimos com o que achávamos ter visto.
Fácil é ditar regras e,Difícil é segui-las...

(*) Título original: Reverência ao destino (Carlos Drummond de Andrade)

11 de fev de 2009

Preciso encontrar-me,
porque por vezes não sei quem sou,
o que faço, o que falo,
sinto-me vazia, sem o meu eu,
não sei de onde venho,
para onde vou,
os meus passos estão perdidos,
não encontram um caminho,
estou errada nesta estrada sem fim,
tudo me parece distante, ausente,
incessantemente decadente.
Dantes tinha brilho nos olhos,
mas agora as luzes estão apagadas,
não tenho medo do escuro, habituei-me a ele,
companheiro de longas horas,
as fortalezas também caem,
as pontes também desabam,
os muros reconstroem-se...
mas se eu partir não volto mais!

Ana Margarida Amorim

Conflitos

Eu vivo de conflitos comigo mesma. Conflitos existencias. Busco sempre uma resposta que na verdade não existe.


quem eu sou?

Não sei quem sou, que alma tenho.
Quando falo com sinceridade não sei com que sinceridade falo.
Sou variamente outro do que um eu que não sei se existe (se é esses outros)...
Sinto crenças que não tenho.
Enlevam-me ânsias que repudio.
A minha perpétua atenção sobre mim perpetuamente me ponta
traições de alma a um carácter que talvez eu não tenha,
nem ela julga que eu tenho.
Sinto-me múltiplo.
Sou como um quarto com inúmeros espelhos fantásticos
que torcem para reflexões falsas
uma única anterior realidade que não está em nenhuma e está em todas.
Como o panteísta se sente árvore (?) e até a flor,
eu sinto-me vários seres.
Sinto-me viver vidas alheias, em mim, incompletamente,
como se o meu ser participasse de todos os homens,
incompletamente de cada (?),
por uma suma de não-eus sintetizados num eu postiço."

Fernando Pessoa

10 de fev de 2009

Como dizia o poeta
Quem já passou por essa vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu
Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não
Não há mal pior do que a descrença
Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão
Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair
Pra que somar se a gente pode dividir
Eu francamente já não quero nem saber
De quem não vai porque tem medo de sofrer
Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão
Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não

Vinícius de Moraes

Entender

Eis o que estou fazendo. Entender.
Parece tão crucial e ao mesmo tempo normal, mas entender "eu".
Não é fácil admitir uma vida pela frente querendo voltar ao passado.
Tentei e não consegui, sei que o meu mundo é um mundo epilético.
Um mundo de várias personalidadas que buscam a perfeição. E foi ai meu milésimo tombo na vida, essa busca expressiva pela perfeição.

A perfeição nas pessoas, buscar ou esperar a educação, dar o "Bom Dia", cordialmente todos dias, oferecer ajuda, proposta, quando na verdade não existe solução.

Tentei em todo tempo regrar a minha vida e chega a certo ponto que eu não quero mais viver para os outros.

Eu cansei. Eu dormi. E não acordei.
Fui tola e ingênua mais uma vez, depois da milésima vez.
E como sempre busco resposta onde não existe. Tento no silêncio acreditar que será melhor.

Depois de tantos distúrbios, noites mal dormidas, amores mal resolvidos, eu busco a resposta em mim.
Pode ser que seje tarde, mas não o suficiente para entender!!!

9 de fev de 2009

Eu amo Santa Maria

Nostalgia me vem a mente.

Saudade dessa cidade que um dia eu iria morar.
Saudade dos sonhos que tive por aquela cidade.
Saudade dos amigos que la deixei e pessoas pela qual esperei.
Saudade do teatro Treze de Maio.
Saudade do maravilhoso Calçadão.
Saudade das festas, dos schows...
Saudades das pessoas de Santa Maria, que não tem igual a nenhum lugar.
Saudade dos prédios, das ruas, do cheiro.

Claro que em Santa Maria nem é tudo que flor que se cheire.
Nem tudo é perfeito.
Eu afirmo que amo, adoro esta cidade multicultural.

Quem sabe um dia...A gente volta....
MAS MUITA SAUDADE
Tenho fases, como a Lua; fases de ser sozinha, fases de ser só sua.

Cecília Meireles

Nem tudo é fácil

É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos, Mas também tornemos todos esses desejos,
realidade!!!

Cecília Meireles

7 de fev de 2009

Deriva


O poema é de Sophia de Mello Breyner Andresen



Vi as águas os cabos vi as ilhas

E o longo baloiçar dos coqueirais

Vi lagunas azuis como safiras

Rápidas aves furtivos animais

Vi prodígios espantos maravilhas

Vi homens nus bailando nos areais

E ouvi o fundo som das suas falas

Que já nenhum de nós entendeu mais

Vi ferros e vi setas e vi lanças

Oiro também à flor das ondas finas

E o diverso fulgor de outros metais

Vi pérolas e conchas e corais

Desertos fontes trémulas campinas

Vi o frescor das coisas naturais


Só do Preste João não vi sinais

As ordens que levava não cumpri

E assim contando tudo quanto vi

Não sei se tudo errei ou descobri

Cultura



O nome já diz tudo: cultura.
Hoje em dia ser culto é tudo. É saber conversar, se expressar melhor com qualuqer pessoa do mundo e mais saber opinar.

Gosto, adoro pessoas inteligentes. Sou normal, não muito culta, mas que amo estar ao lado ou conhecer pessoas sabias.

E como sabemos identificar se tal pessoas sabe ou não? Conhecendo, perguntando e conversando.

Por isso quero conhecer muitas pessoas dos diversos cantos desse mundinho, devorar livros e não ficar presa em um lugar e por certas pessoas.

Eu sei que não tenho raizes fixas aqui. Tenho certeza que vou ter que viajar muito para poder me fixar.

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Mudando de assunto. Lendo a ZH de hoje, na sessão Cultura fiquei muito feliz em saber que em breve nos meses de junho a agosto teremos em São Paulo e Porto Alegre , uma exposição sobre "Um século de Arte na França 1860- 1960" que reunirá mais de 110 obras de artitas que moraram e trabalhar na França.

Isso é maravilhoso. É muita cultura.
Vou estar concerteza lá, e convidarei minhas amigas Inara e jo...bjs pra vocês


Bom findi

6 de fev de 2009

Musica

Já sabemos que a musica é uma verdadeira terapia.

Eu amo escutar música, me faz bem, tranqüiliza e me deixa mais feliz.

Noite passada durmi na casa de uma amiga que eu adoro muito é tem um ótimo gosto.

Acordei com "Caminhos das águas" de Maria Rita. Quer letra mais linda que essa?

A sensação foi maravilhosa e eu me animou. Agradeci a querida Inara por dar o privilegio de iniciar o dia assim.


Beijo pra você Inara que estava de niver ontem!!!!Dezzz

Escrever...a terapia

Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana. Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso.

Fernando Pessoa

5 de fev de 2009

Obama com os pés no chão

Por Luciano Martins Costa em 5/2/2009

comunicação de massa é realmente um interessante laboratório do comportamento humano. Até outro dia, a mídia internacional, em peso, e a imprensa brasileira, a reboque, tratavam o novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, como um "messias". Alguns tropeços depois, e meia dúzia de desacertos nas indicações de seus assessores, e o clima entre Obama e a imprensa começa a se alterar.

Artigos e reportagens se aproximam, afinal, da incontestável verdade de que o presidente americano é um ser humano que, por mais habilidoso e qualificado, tem pela frente uma tarefa sobre-humana. No entanto, se o leitor prestar atenção aos fatos, deixando de lado a natural propensão de mistificar as personagens que pontificam na mídia, há de observar que as notícias sobre a ações de Obama à frente da mais poderosa nação do planeta revelam um senso de realidade muito concreto.

Primeiro: confrontado com as controvérsias provocadas pela indicação de assessores enroscados em problemas fiscais, ele soube recuar diante das primeiras suspeitas. Um sinal de humildade, mas que também indica a fragilidade do sistema de informações que o atende. (Compare-se, por exemplo, com a insistência do ex-presidente George Bush de manter no governo auxiliares sob suspeita.)

Segundo: sensível à onda de contrariedades provocada pela emenda do Congresso americano ao seu pacote de emergência econômica, que rescendia a protecionismo, ele se posicionou rapidamente no sentido de acalmar os demais países.

Prêmio ao fracasso

A cláusula protecionista exigindo que, no pacote de estímulo à economia, fosse proibida importação de produtos que competem com a indústria americana, acabou sendo amenizada pelo Senado dos Estados Unidos depois que Barack Obama manifestou sua preocupação com o risco de uma guerra comercial. Embora não garanta a abertura do mercado americano, em seu esforço de recuperação, a versão aprovada pelo Senado pelo menos evita o acirramento dos ânimos.

Outra medida de impacto, que diz muito sobre a verdadeira natureza do governo de Obama, é o estabelecimento de um limite de 500 mil dólares por ano para a remuneração de executivos de empresas socorridas pelo dinheiro público. Considerados pela própria imprensa como intocáveis sacerdotes do Deus Mercado, esses executivos são apontados entre os principais responsáveis pela crise financeira que assombra o mundo.

A decisão de impedir que eles sejam premiados por seus fracassos é um grande passo para restabelecer alguma confiança no governo.

***

As escolhas de cada um

Quanto antes a opinião do público for confrontada com as limitações do presidente dos Estados Unidos, e do próprio Estado, no enfrentamento da crise econômica, melhores as possibilidades de engajamento da sociedade nos novos paradigmas de comportamento que podem ajudar a superá-la.

Um dos pontos cruciais desse desafio é o estado de espírito do chamado mercado – aquela expressão da sociedade que se realiza nos atos de produzir e negociar.

Uma sociedade bem informada, mas otimista, supostamente irá reagir com mais eficiência às medidas oficiais de combate à crise. Uma sociedade otimista, mas desinformada, pode levar a um consumismo irresponsável. Uma sociedade pessimista pode simplesmente paralisar o mercado.

Os jornais têm noticiado que o brasileiro é um dos povos mais otimistas do mundo, diante da possibilidade de superação da crise em prazo relativamente curto. As pesquisas sobre o otimismo dos brasileiros não combinam com o pessimismo geral do noticiário, e algumas ponderações precisam ser feitas a respeito dessa contradição.

O inexplicado

É preciso observar, por exemplo, que os dados disponíveis ainda não produzem massa crítica suficiente para que os analistas e observadores da cena econômica cheguem a conclusões ou previsões seguras. No entanto, os jornais insistem em produzir "pensatas" mais ou menos alucinadas sobre o que vai acontecer no Brasil neste e nos próximos anos.

Não há registro de momentos como esse na história do capitalismo. Portanto, existem poucos paradigmas disponíveis para comparação, mas o choque de alguns indicadores extremamente negativos, destacados isoladamente no noticiário, pode induzir a conclusões precipitadas.

O cenário, segundo alguns analistas ouvidos durante esta semana em programas de TV especializados e reproduzidos pela imprensa escrita, é bastante divergente daquele que vem sendo mostrado por apresentadores e comentaristas com cadeira cativa nas emissoras.

É razoável supor que, diante das expectativas mais otimistas reveladas pelos brasileiros, analistas a serviço dos bancos temem parecer excessivamente cautelosos. O que resta ainda inexplicado é por que, na comparação, os jornalistas de economia seguem sendo muito mais pessimistas que os economistas que eles entrevistam.


Isso ai...

4 de fev de 2009

Reflexão


"O que se deixa pra trás não mais se recupera. Então viva, porque a vida não espera quando a boa vontade virá de você.. Porque a vida não se preocupa por quantos amores você ainda vai se perder.. Ela apenas quer ser percebida, valorizada.. A vida só quer passar pra dizer que uma pessoa por várias vezes foi amada.. A vida, a minha vida quer você! Não queremos nada perfeito, é preciso defeitos para verdadeiramente amar. Porque amar o esplendido não é difícil, é simplesmente comum. O que te faz especial não são somente suas qualidades, mas o lado oposto que você acredita não ser aceito. Pois vem viver direito! Deixe um defeito seu, um defeito meu encantar você!"

Pessoas inteligentes e pessoas idiotas

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. 'Eu sei' - respondeu o tolo assim: 'Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.'

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

• A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
• A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
• A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é:

A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.


'O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente'


Pensem...

3 de fev de 2009

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...

Carlos Drummond de Andrade

2 de fev de 2009

iupe

Ola

Depois de um findi bom a semana inicia novamente.
O trabalho na biblioteca esta uma moleza...pouco movimento e nada para fazer.
Só chimas...

Vim de manhã do meu lar doce lar de Agudo.
Pela manhã minha mãe ja se preucupava comigo.
E fiquei pensando.;;Minha mãe não existe, ela foi inventada como a mãe perfeita, uma mãe que se preucupa com tudo , que deixa as coisas dela para fazer as minhas.
E meu pai..a mesma coisa..é um pai perfeito...amo muito eles...são os melhores pais do mundo e minha mana tbmmmmmmm