22 de out de 2011

Sonha-se, realiza-se..


Sabe quando você está atolado de coisas pra fazer? Trabalho acumulado, estudar, escrever, fazer os deveres de casa, família, namorado, amigos, tudo isso requer sua atenção.

Chega uma hora que você pensa apenas nas suas merecidas férias, e como estas seriam bem vindas. E como estão distantes as férias. Mas às vezes vem um merecido passeio. E assim foi comigo. Um passeio de apenas seis dias, mas eu diria um dos melhores passeios.

Tudo indicava apenas minha segunda ida ao Rio de Janeiro. Os dias se aproximavam do dia 28 de setembro, e eu não estava com aquele pique, aquele olhar, aquela vontade de quem iria viajar. Também poderia, estou realizando uma monografia. E como dizem: “Existe vida após a mono”, eu concordo, mas acredito que tenha sim uma vida, um pouco mais preocupada, mas tem se uma vida durante a mono, eu comprovo.

Voltando ao passeio para o Rio de Janeiro, já estou com saudade, eu diria que já fui com saudade. Vivo com saudades. Eis então que os dias estavam perto do dia 28. Chega dia 27 de setembro e vou à rodoviária. Embarco no ônibus para Porto Alegre. Na chegada da rodoviária de Porto Alegre, um senhor já declamou poesia. Opa, a viagem já começava bem. Sentada, em um banco esperando, uma senhora com flores se aproximou de mim e puxou conversa, em dez minutos de bate papo eu sabia a vida daquela senhora..

Minha amiga chega e vamos ao encontro de outra amiga. Eu diria que aquela noite foi “frouxa”, sabe? Parecia até que outro dia eu estava indo trabalhar, estudar. Eu realmente não estava em clima de passeio. Mas isso logo passou. Cheguei ao aeroporto de madrugada, embarquei e cheguei ao RJ! Eeee. Ele continuava lindo.

E nos seis dias que permaneci lá, resumiria que eu conheci muitas pessoas, de Cuiabá, Fortaleza, Recife...e diria que fiz amizades. Acho o povo do Rio de Janeiro feliz, apesar de todos os problemas assim como os outros lugares. Mas eu digo que tive sorte, sempre fui bem recebida, me passavam as informações certas.

Eu viajei sozinha. Para surpresa de muitos. E para tantos outros que acham que sozinho a viagem não tem graça. Pois bem, eu provei novamente o contrário. Sozinha, provei da liberdade, ‘provei ‘ pessoas novas, lugares novos. Acredito que se eu estivesse acompanhada não faria o mesmo.

Meu dois objetivos eram: fazer uma entrevista com um jornalista para a minha mono e ir ao show do Coldplay no Rock in Rio. Os dois fatos foram ótimos. Da entrevista restou uma torrada, um chocolate amargo e um sorisso bobo no canto da boca. Do coldplay restaram borboletas guardadas em mim.

Como nos outros passeios e viagens, a gente nunca volta o mesmo. Volta renovada. Quer ser modificar o que não esta legal. Quer se amar mais. Sonha-se mais. Programa-se mais. E como faz bem. Tanto que eu, já quero aquelas belezas, aqueles sorrisos do povo do Rio de Janeiro que só eles têm, quero a poesia e a dança, e... o beijo na Nuth Barra. E assim somos lembranças.


12 de out de 2011

momento epitáfio


Para uma pequena reflexão, consolação.

(...)Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor...

O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar...

6 de out de 2011

Nem tudo é fácil


É difícil fazer alguém feliz, assim como é fácil fazer triste.
É difícil dizer eu te amo, assim como é fácil não dizer nada
É difícil valorizar um amor, assim como é fácil perdê-lo para sempre.
É difícil agradecer pelo dia de hoje, assim como é fácil viver mais um dia.
É difícil enxergar o que a vida traz de bom, assim como é fácil fechar os olhos e atravessar a rua.
É difícil se convencer de que se é feliz, assim como é fácil achar que sempre falta algo.
É difícil fazer alguém sorrir, assim como é fácil fazer chorar.
É difícil colocar-se no lugar de alguém, assim como é fácil olhar para o próprio umbigo.
Se você errou, peça desculpas...
É difícil pedir perdão? Mas quem disse que é fácil ser perdoado?
Se alguém errou com você, perdoa-o...
É difícil perdoar? Mas quem disse que é fácil se arrepender?
Se você sente algo, diga...
É difícil se abrir? Mas quem disse que é fácil encontrar
alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de você, ouça...
É difícil ouvir certas coisas? Mas quem disse que é fácil ouvir você?
Se alguém te ama, ame-o...
É difícil entregar-se? Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil na vida...Mas, com certeza, nada é impossível
Precisamos acreditar, ter fé e lutar
para que não apenas sonhemos, Mas também tornemos todos esses desejos,
realidade!!!


Cecília Meireles