6 de fev. de 2009

Musica

Já sabemos que a musica é uma verdadeira terapia.

Eu amo escutar música, me faz bem, tranqüiliza e me deixa mais feliz.

Noite passada durmi na casa de uma amiga que eu adoro muito é tem um ótimo gosto.

Acordei com "Caminhos das águas" de Maria Rita. Quer letra mais linda que essa?

A sensação foi maravilhosa e eu me animou. Agradeci a querida Inara por dar o privilegio de iniciar o dia assim.


Beijo pra você Inara que estava de niver ontem!!!!Dezzz

Escrever...a terapia

Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana. Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso.

Fernando Pessoa

5 de fev. de 2009

Obama com os pés no chão

Por Luciano Martins Costa em 5/2/2009

comunicação de massa é realmente um interessante laboratório do comportamento humano. Até outro dia, a mídia internacional, em peso, e a imprensa brasileira, a reboque, tratavam o novo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, como um "messias". Alguns tropeços depois, e meia dúzia de desacertos nas indicações de seus assessores, e o clima entre Obama e a imprensa começa a se alterar.

Artigos e reportagens se aproximam, afinal, da incontestável verdade de que o presidente americano é um ser humano que, por mais habilidoso e qualificado, tem pela frente uma tarefa sobre-humana. No entanto, se o leitor prestar atenção aos fatos, deixando de lado a natural propensão de mistificar as personagens que pontificam na mídia, há de observar que as notícias sobre a ações de Obama à frente da mais poderosa nação do planeta revelam um senso de realidade muito concreto.

Primeiro: confrontado com as controvérsias provocadas pela indicação de assessores enroscados em problemas fiscais, ele soube recuar diante das primeiras suspeitas. Um sinal de humildade, mas que também indica a fragilidade do sistema de informações que o atende. (Compare-se, por exemplo, com a insistência do ex-presidente George Bush de manter no governo auxiliares sob suspeita.)

Segundo: sensível à onda de contrariedades provocada pela emenda do Congresso americano ao seu pacote de emergência econômica, que rescendia a protecionismo, ele se posicionou rapidamente no sentido de acalmar os demais países.

Prêmio ao fracasso

A cláusula protecionista exigindo que, no pacote de estímulo à economia, fosse proibida importação de produtos que competem com a indústria americana, acabou sendo amenizada pelo Senado dos Estados Unidos depois que Barack Obama manifestou sua preocupação com o risco de uma guerra comercial. Embora não garanta a abertura do mercado americano, em seu esforço de recuperação, a versão aprovada pelo Senado pelo menos evita o acirramento dos ânimos.

Outra medida de impacto, que diz muito sobre a verdadeira natureza do governo de Obama, é o estabelecimento de um limite de 500 mil dólares por ano para a remuneração de executivos de empresas socorridas pelo dinheiro público. Considerados pela própria imprensa como intocáveis sacerdotes do Deus Mercado, esses executivos são apontados entre os principais responsáveis pela crise financeira que assombra o mundo.

A decisão de impedir que eles sejam premiados por seus fracassos é um grande passo para restabelecer alguma confiança no governo.

***

As escolhas de cada um

Quanto antes a opinião do público for confrontada com as limitações do presidente dos Estados Unidos, e do próprio Estado, no enfrentamento da crise econômica, melhores as possibilidades de engajamento da sociedade nos novos paradigmas de comportamento que podem ajudar a superá-la.

Um dos pontos cruciais desse desafio é o estado de espírito do chamado mercado – aquela expressão da sociedade que se realiza nos atos de produzir e negociar.

Uma sociedade bem informada, mas otimista, supostamente irá reagir com mais eficiência às medidas oficiais de combate à crise. Uma sociedade otimista, mas desinformada, pode levar a um consumismo irresponsável. Uma sociedade pessimista pode simplesmente paralisar o mercado.

Os jornais têm noticiado que o brasileiro é um dos povos mais otimistas do mundo, diante da possibilidade de superação da crise em prazo relativamente curto. As pesquisas sobre o otimismo dos brasileiros não combinam com o pessimismo geral do noticiário, e algumas ponderações precisam ser feitas a respeito dessa contradição.

O inexplicado

É preciso observar, por exemplo, que os dados disponíveis ainda não produzem massa crítica suficiente para que os analistas e observadores da cena econômica cheguem a conclusões ou previsões seguras. No entanto, os jornais insistem em produzir "pensatas" mais ou menos alucinadas sobre o que vai acontecer no Brasil neste e nos próximos anos.

Não há registro de momentos como esse na história do capitalismo. Portanto, existem poucos paradigmas disponíveis para comparação, mas o choque de alguns indicadores extremamente negativos, destacados isoladamente no noticiário, pode induzir a conclusões precipitadas.

O cenário, segundo alguns analistas ouvidos durante esta semana em programas de TV especializados e reproduzidos pela imprensa escrita, é bastante divergente daquele que vem sendo mostrado por apresentadores e comentaristas com cadeira cativa nas emissoras.

É razoável supor que, diante das expectativas mais otimistas reveladas pelos brasileiros, analistas a serviço dos bancos temem parecer excessivamente cautelosos. O que resta ainda inexplicado é por que, na comparação, os jornalistas de economia seguem sendo muito mais pessimistas que os economistas que eles entrevistam.


Isso ai...

4 de fev. de 2009

Reflexão


"O que se deixa pra trás não mais se recupera. Então viva, porque a vida não espera quando a boa vontade virá de você.. Porque a vida não se preocupa por quantos amores você ainda vai se perder.. Ela apenas quer ser percebida, valorizada.. A vida só quer passar pra dizer que uma pessoa por várias vezes foi amada.. A vida, a minha vida quer você! Não queremos nada perfeito, é preciso defeitos para verdadeiramente amar. Porque amar o esplendido não é difícil, é simplesmente comum. O que te faz especial não são somente suas qualidades, mas o lado oposto que você acredita não ser aceito. Pois vem viver direito! Deixe um defeito seu, um defeito meu encantar você!"

Pessoas inteligentes e pessoas idiotas

Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 REIS e outra menor, de 2.000 REIS.

Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos. 'Eu sei' - respondeu o tolo assim: 'Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.'

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

• A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
• A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
• A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante é:

A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.


'O maior prazer de uma pessoa inteligente é bancar o idiota, diante de um idiota que banca o inteligente'


Pensem...

3 de fev. de 2009

Definitivo

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...

Carlos Drummond de Andrade

2 de fev. de 2009

iupe

Ola

Depois de um findi bom a semana inicia novamente.
O trabalho na biblioteca esta uma moleza...pouco movimento e nada para fazer.
Só chimas...

Vim de manhã do meu lar doce lar de Agudo.
Pela manhã minha mãe ja se preucupava comigo.
E fiquei pensando.;;Minha mãe não existe, ela foi inventada como a mãe perfeita, uma mãe que se preucupa com tudo , que deixa as coisas dela para fazer as minhas.
E meu pai..a mesma coisa..é um pai perfeito...amo muito eles...são os melhores pais do mundo e minha mana tbmmmmmmm